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sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

MP investiga Ricardo Salles por supostamente pressionar policiais a mudar laudo em SP


O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, é investigado em um inquérito do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) por ter supostamente pressionado um perito a mudar um laudo que era prejudicial à empresa para qual advogava.

Na denúncia, o perito disse que Ricardo Salles montou um esquema, dentro da Corregedoria de Polícia Civil, para coagi-lo a se retratar de um laudo pericial. Além disso, um delegado afirma, no inquérito, que Salles tentou defender os interesses do Grupo Bueno Netto enquanto atuava como secretário do então governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, de acordo com o G1.

A denúncia tramita na 6ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital do MP-SP e investiga fatos que ocorreram entre 2014 e 2016. A promotoria ainda não determinou se o processo contra Salles se tornará uma denúncia ou se será arquivado.

Procurada, a assessoria de imprensa do ministro do Meio Ambiente disse que “trata-se de uma acusação mentirosa, sem qualquer fundamento, iniciada por Eduardo Bottura, conhecido como um dos maiores litigantes profissionais do Brasil".

Por meio de nota a promotora de justiça responsável pelo caso, Karyna Mori, disse que não vai comentar o assunto com a imprensa. O G1 procurou ainda o Grupo Bueno Netto, que não se pronunciou até o momento.

O MP enviou ao G1 a portaria e a prorrogação que apuram supostos atos de improbidade cometidos por Ricardo de Aquino Salles, o delegado Rui Antônio Karan Filho, e o ex-corregedor da Polícia Civil, Nestor Sampaio Penteado Filho, com o objetivo de beneficiar a empreiteira Bueno Netto.

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