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terça-feira, 24 de março de 2020

Após 2 meses, China reabre Muralha e começa a afrouxar quarentena


Badaling, o setor mais popular da Grande Muralha da China, foi reaberto parcialmente ao público nesta terça-feira (24), após permanecer fechado por dois meses por causa da pandemia de coronavírus.

Apesar de algumas restrições, os primeiros visitantes demonstravam alívio e felicidade por poderem retornar ao local (veja vídeo acima). Neste primeiro dia, cerca de mil pessoas estiveram em Badaling, em contraste com os mais de 60 mil que costumavam passar por ali todos os dias.

Por enquanto, serão admitidas apenas menos de 20 mil pessoas por dia, e para poder visitar a região é preciso apresentar um documento emitido pelo governo ou um QR code que prova que o interessado esteve em Beijing nas duas últimas semanas.

O sistema foi instituído para que apenas pessoas que tenham cumprido pelo menos 14 dias de quarentena consigam entrar no local.

A China começa lentamente a diminuir as restrições de deslocamento e acesso e também reabriu nesta semana o zoológico de Beijing.

Hubei

A província de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan, primeiro epicentro da pandemia, também está iniciando uma diminuição em suas restrições.

O governo local anunciou que a partir desta quarta-feira, as pessoas que estão em outras cidades que não sejam Wuhan e que comprovem que estão saudáveis poderão sair da província. Além disso, os serviços de transporte serão retomados também na quarta-feira.

Já as restrições de viagens em Wuhan devem ser retiradas a partir de 8 de abril.

Na cidade, que ficou isolada do restante da China desde 23 de janeiro, a vida começa a gradualmente voltar ao normal. Há mais de uma semana não são registradas contaminações locais e as lojas começam a reabrir. Além disso, os 55 hospitais locais retomaram os atendimentos de antes de pandemia.

Por G1

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